SAÚDE E BEM ESTAR NO SEU BANHO DE BANHEIRA

O banho de banheira proporciona benefícios que só quem é especialista no assunto pode oferecer: mescla tranquilidade e o cuidado com a sua saúde.

Benefícios

A hidroterapia é uma ótima opção para aliviar tensões e relaxar. A pele fica mais macia e luminosa, a circulação sanguínea aumenta devido aos jatos de ar e água, melhorando a oxigenação, e ajuda a eliminar toxinas.

Além de relaxante, o banho em uma hidromassagem também previne alguns tipos de doenças como artrite, reumatismo, varizes e celulite.

Sem contar os benefícios para a mente ao combater o estresse e cansaço físico.

Cromoterapia

Alguns modelos de banheiras contam com uma tecnologia de ponta que traz os benefícios da Cromoterapia, ciência que emprega as diferentes cores para alterar ou manter as vibrações do corpo em uma frequência que resulta em saúde, bem estar e harmonia.

Vermelho: é uma cor muito poderosa, por isso de haver precauções durante o uso, pois a exposição em excesso pode provocar nervosismo e ansiedade. Pode estimular a sexualidade o sistema nervoso e ativa a circulação.

Laranja: é uma cor alegre e antidepressiva, atua no rejuvenescimento, melhora o metabolismo e o sistema digestivo. Pode elevar a pressão sanguínea.

Amarelo: é uma cor inspiradora, influência o dinamismo e a capacidade de expressão. Atua nos olhos, ouvidos, ossos e tecidos internos.

Verde: está cor está associada à natureza, equilíbrio, tranquilidade e saúde. Atua nos problemas cardíacos, dores de cabeça e insônia.

Azul: é uma cor relaxante, que traz paz, serenidade e promove a meditação. Eficaz com o problema de baixa pressão arterial e tem função analgésica e atua no sistema respiratório.

Violeta: É uma cor relacionada com a estabilidade e paz na consciência. Promove a concentração e eleva a autoestima, acalma os nervos os músculos do corpo e elimina infecções e inflamações.


 

 

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COMO PREPARAR O QUARTO PARA A CHEGADA DO BEBÊ

Quem não fica empolgado com a chegada de um novo filho, este é um momento de muita felicidade, mas que também exige muitos cuidados com os ambientes da sua casa. Enfim ao construir ou reformar não basta apenas focar na estética, mas também na saúde. E que tipo de mudanças ou melhorias devemos fazer para receber o bebê da melhor maneira possível?

Pintura do Quarto do Bebê

A tinta ideal para pintar o quarto é a antimofo ou antibacteriana, que contém em sua composição substancias que evitam o crescimento de fungos, bactérias e algas onde estes podem causar e agravar os problemas de respiração da criança.

E no piso?

A grande dificuldade é na hora de limpa-los, então prefira aplicar no chão da sua casa materiais como: Piso Vinílico, Laminado e Porcelanatos, pois a porosidade destes materiais é quase zero onde dificulta o acumulo de fungos e bactérias e evitar colocar carpetes que é o ambiente perfeito para a procriação de ácaros que são responsáveis pela maioria das alergias respiratórias.

Janelas

O que também propicia o crescimento de fungos e bactérias é um ambiente mal ventilado e com pouca iluminação, então o interessante é investir em janelas e venezianas grandes que são ideias para este tipo de situação.

 

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PORQUE ESCOLHER PORCELANATO

Uma tendência de mercado. Disponível em diversos acabamentos e formatos.

Produzido com matérias-primas especiais, resistência ao gelo e a ácidos, alta durabilidade quando comparado às pedras naturais e outros tipos de materiais, cores uniformes e totalmente impermeáveis.

Esmaltado

O porcelanato esmaltado assim como o Técnico também possui alta resistência mecânica, mas a diferença é que, como o próprio nome já diz, ele recebe esmalte na superfície.

O acabamento da superfície pode ser natural, que varia de acordo com o produto e para as áreas externas temos porcelanatos mais ásperos.

Lapado

Quando a peça cerâmica possui diferentes relevos é feito apenas o polimento nas partes altas da peça o que cria o brilho tão intenso apenas em partes da superfície da placa cerâmica mesclando áreas polidas e não polidas

Não se trata de um polimento pleno então o brilho resultante não tem tanta intensidade, fica semelhante ao brilho de pedras desgastadas naturalmente.

Polido e natural

O porcelanato técnico é dividido em dois tipos, o polido e o natural. O processo de fabricação para ambos é o mesmo, os corantes e matérias primas são acrescentadas na própria massa, o que permite aquela aparência de peça única. A diferença real é que o polido recebe polimento ao final do processo, já o natural não, ficando com o acabamento fosco e rústico.

Rústico

O porcelanato rústico é um revestimento de fácil manutenção, em sua maioria são impermeáveis e resistentes a manchas, reproduzem esteticamente a aparência de uma pedra, madeira, cimento e etc. Quase sempre constituído em relevo, uma superfície irregular, o que acaba o tornando antideslizante.

Lapidado (Retificado)

Produto que passa por uma etapa a mais no processo de produção, deixando o produto mais esquadrejado, já que suas laterais são retificadas.

A grande vantagem é que, com essa especificação, ele proporciona um assentamento praticamente sem junta, condição ideal para um projeto ficar esteticamente elegante.

 

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Sacada: Tendência de Mercado

As sacadas deixaram de ser meros mirantes e passam a ter status de área de lazer dentro dos apartamentos. Antenados nesta nova tendência o mercado imobiliário oferta cada vez mais imóveis com estes espaços.

Amplas ou pequenas estes ambientes fazem a alegria dos moradores pela versatilidade, podendo ser a extensão da sala ou um espaço gourmet. “Pensamos na família reunida num jantar ou uma reunião com os amigos, mas aliamos a preocupação ambiental até nos momentos de lazer”, diz Luiz Fernando Lucho do Valle, engenheiro e presidente da Ecoesfera, as varandas dos empreendimentos Ecolife têm a churrasqueira limpa como diferencial.
Este modelo de churrasqueira se diferencia pelo sistema de aquecimento a gás e a substituição do carvão vegetal por rocha vulcânica que além não produz fuligem, prepara mais rápido o churrasco. “Não utilizar o carvão ajuda a reduzir a derrubada de árvores que é a matéria prima do carvão”, conclui do Valle.

Fonte: Revista SIM

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Tijolos Ecológicos

De acordo com Oscar Neto (2010), o tijolo constrói a casa do rico e do pobre. Ele é a matéria-prima básica na maioria das construções do país. É conhecido apenas por tijolo, mas há alguns anos mais uma palavra foi acrescentada ao seu nome: ecológico. Em tempos de aquecimento global, o tijolo ecológico ou tijolo modular destaca-se por não poluir.

Foi na década de 1940 que se desenvolveu a tecnologia da fabricação de tijolos ecológicos. No Brasil, somente depois da década de 1970 é que se passou a produzir tijolos de baixo custo utilizando processos de fabricação menos agressivos ao meio ambiente.

Os tijolos ecológicos são assim chamados por permitirem o uso de areia, resíduos de usinas siderúrgicas e petroquímicas que, através do emprego de cimento e água, geram peças padronizadas e altamente resistentes. Por não usar o barro vermelho (matéria-prima tradicional dos tijolos convencionais), evita-se também a degradação do meio ambiente causada por sua extração. A grande vantagem logística destes tijolos é que podem ser fabricados e armazenados na própria obra.

Outra vantagem referente à questão ecológica é que o processo de produção dos tijolos não necessita de fornos. Este fato gera grande economia energética e evita que muitas florestas sejam destruídas para a obtenção da lenha. Os tijolos ecológicos, ou tijolos de solo cimento como também são conhecidos, servem para todos os padrões sociais e vem sendo cada vez mais difundidos. Mas as vantagens não são apenas para o meio ambiente, são também para o conforto, para a estética e o mais interessante, para o bolso.

Segundo estudos realizados em todo o Brasil, o sistema construtivo dos tijolos ecológicos traz para a obra, de 20 até 40% de economia com relação ao sistema construtivo convencional. Um dos motivos é que não há desperdício, como neste último. “Hoje em uma obra convencional cerca de 1/3 do material vai para o lixo” (OSCAR NETO, 2010).

Ainda para o autor citado acima, existem algumas vantagens desta tecnologia construtiva, dentre as quais podemos citar:

  • Diminui o tempo de construção em 30% com relação a alvenaria convencional, devido aos encaixes que favorecem o alinhamento e prumo da parede;
  • Estrutura – As colunas são embutidas em seus furos, distribuindo melhor a carga de peso sobre as paredes.
  • Redução de uso de madeiras nas caixarias dos pilares 3. e vigas em quase zero;
  • Economia de 70% do concreto e argamassa de assentamento;
  • Economia de 50% de ferro;
  • Os Tijolos Ecológicos são curados com água e sombra, diferente dos tijolos convencionais que dependem da queima de milhares de lenhas queimando em fornos e contribuindo demasiadamente com o aquecimento global e com desmatamentos;
  • Durabilidade maior do que o tijolo comum, pois chega a ser até 6 x mais resistente;
  • Alivia o peso sobre a fundação evitando gastos desnecessários com estacas mais profundas e sapatas maiores;
  • Fácil acabamento. Se preferir não precisa rebocar e pintar, economizando mais ainda. Os Tijolos Ecológicos já possuem um lindo acabamento, semelhante aos tijolos aparentes, necessitando o uso de apenas um impermeabilizante a base de silicone ou acrílico, e rejunte flexível (varias cores da vedacit e votaran);
  • Revestimento é simples usando-se direto sobre tijolo apenas uma fina camada (5mm) de reboco, textura, gesso ou graffiato;
  • O assentamento dos azulejos é direto sobre os tijolos;
  • Obra mais limpa e sem entulhos;
  • Acústica- como o tijolo ecológico possui dois furos, as paredes formam um isolamento acústico, diminuindo os ruídos provocados na rua para o interior da casa.
  • Isolamento Térmico (calor) – O furo dos tijolos, são importantes pois formam câmaras térmicas evitando com isso que o calor que esta do lado de fora penetre no interior da residência. Com isso a temperatura interna é inferior a externa.
  • Isolamento Térmico (frio) – Com o Frio acontece ao contrario, pois a temperatura da casa fica mais quente do que a externa.
  • Proteção de Umidade – Esses furos também propiciam a evaporação do ar, evitando com isso, a formação de umidade nas paredes e interior da construção, que causa danos à saúde e danos materiais.
  • Instalações Hidráulicas – Toda a tubulação é embutida em seus furos dispensando a quebra de paredes, como na alvenaria convencional.

Instalações Elétricas – Como as instalações hidráulicas, também são embutidas nos furos, dispensando conduites e caixas de luz, podendo os interruptores e tomadas serem fixados, diretamente sobre os tijolos.

Fonte: http://www.sebrae.com.br/setor/construcao-civil/acesse/ideias-de-negocios/

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Dicas para a sua Cozinha

Distribuição
Se a área para cozinha é pequena, pode-se condensar o espaço dos componentes essenciais, como pia, bancada, refrigerador e fogão, alinhando-os em uma parede para permitir a circulação. Nesse caso, a pia ficará entre o fogão e o refrigerado.

Nas cozinhas compridas ou estreitas, pode-se ocupar duas paredes, uma em frente à outra, no arranjo dos equipamentos principais. A alternativa é bem funcional, desde que numa parede fique a bancada com a pia e, na oposta, os outros itens.

Os ambientes em forma de “U” ampliam os espaços, facilitando a locomoção. Neste caso, a pia deve ser isolada junto à parede adjacente a outras duas, mantendo a área central destinada à circulação, permitindo aumentar o espaço ocupado por armários.

Com o desenho em “L” as áreas são mais bem aproveitadas. Recorre-se às duas partes adjacentes como centros de trabalho, deixando livre o resto do local para a circulação. É possível também a colocação de armários e a criação de um cantinho para refeições.

Outra solução é a “ilha”, quando o lugar for espaçoso. Ela pode conter armários, bancadas, ou então formar um grande conjunto com pia, fogão, prateleiras e refrigerador. Entre as formas de distribuição para concepção de uma “ilha”, encontram-se as cozinhas em “L” e em “U”.

Luz e ventilação
Uma boa iluminação e ventilação conferem conforto e praticidade à cozinha. A iluminação natural é indispensável: a janela deve ficar sobre a pia, entre os armários superiores e a bancada. Ela funcionará como um ponto de partida importante, mas, obviamente, sem substituir a concepção da luz artificial. Caso não haja incidência de raios solares sobre a bancada da pia, pode-se instalar uma lâmpada fluorescente direcionada sobre o local. A luz fria é indicada também para o teto, com vantagem de não emitir calor nem gerar sombras.

Para obter uma boa ventilação, o relacionamento entre portas e janelas é fundamental. Se arquitetura permitir, as saídas de ar devem estar constantemente viradas para o exterior da residência, impedindo o acúmulo de gordura nos ambientes vizinhos. Essa relação entre portas e janelas não pode comprometer as correntes de ar.

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Cerâmica Verde

Cerâmica verde recicla lâmpada fluorecente e cinza de olaria

Detalhe das pastilhas pigmentadas com cinzas

A fabricante de pisos e pastilhas Lepri, de Tambaú/SP, inova na produção desde 2005, ao reciclar vidros de lâmpadas fluorescentes e cinzas de olarias e fundições para produzir revestimentos cerâmicos.

“Eu acho que a cerâmica é o melhor e maior caminho para a reciclagem de vidro, borra de cimento e areia de fundição” disse José Lepri proprietário e ceramista da empresa.

Além de reciclar o vidro das lâmpadas fluorescentes, o médoto contribui como aumento da velocidade na retração do esmalte e acelera o processo de fundição da massa cerâmica, o que faz com que o material fique menos no forno o que, consequentemente, gasta menos energia e gera menos emissões.

“O vidro pode ser usado como fundente ou como esmalte”, disse Lepri, “o que contribui com o processo de fabricação da cerâmica”.

O processo foi desenvolvido pelo ceramista, que estudou na Itália, Alemanha e Japão e já foi incorporado às práticas de algumas empresas ceramistas italianas.

Outra novidade da empresa é o uso de cinzas de madeira, que são um subproduto de cerâmicas, olarias e fundições para a fabricação de um esmalte biológico, destinado à pigmentar a linha de ecopastilhas da empresa.

“O esmalte a base de cinzas é muito antigo, foi um dos primeiros descobertos pelo homem”, afirma o ceramista. “Estamos retomando essa tecnologia”.

Segundo Lepri, as cinzas são misturadas à base do esmalte e dão a cor à mistura, que podem ser de diferentes tonalidades de acordo com a origem das cinzas.

No desenvolvimento dessa tecnologia, a empresa quer consolidar o conceito “slow ceramic”, uma adaptação do movimento “slow food”, que propõe que a fabricação da pastilha, pigmentada pelo esmalte biológico, seja feita de forma lenta.

“Com essa tecnologia, pretendemos destinar corretamente um material que normalmente é um problema para as empresas geradoras”, afirmou o ceramista.

O processo demorou cerca de dois anos para ser estruturado e em 2006 recebeu o prêmio Planeta Casa, oferecido pela revista Casa Cláudia

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Dicas para o seu Banheiro

Sempre que o espaço permitir, o ideal é termos, além dos banheiros de uso da família,  um LAVABO, que é um banheiro sem chuveiro, box ou banheira, que serve principalmente as visitas que não devem penetrar na parte privada da casa. A decoração deste ambiente deve ser mais caprichada, usando materiais mais nobres. Nele é permitida alguma dramaticidade, como paredes escuras , iluminação cênica, etc. Ele pode ser bem pequeno mas deve atender as necessidades básicas, ser bonito e confortável.  Se não existir este espaço, é importante pensar no banheiro mais próximo da área social para executar esta função. Nele deve haver maior preocupação com a elegância e sofisticação dos elementos usados e use compartimentos fechados para não deixar visíveis acessórios ou produtos de uso particular dos moradores.

Qualquer ambiente e principalmente o banheiro (fonte de um grande número de acidentes) deve ser planejado considerando a faixa etária, hábitos e número de usuários.

Um banheiro deve servir a no máximo 2 dormitórios; Se não for possível, divida-o de forma que mais pessoas possam usar ao mesmo tempo.

Banheiros em quartos (SUITE) devem ser pensados  considerando o uso conjunto pelo casal.

Banheiros para bebês e crianças devem ser adaptados para suas necessidades e tamanho. O ideal é que o banheiro para o bebê tenha soluções que possam ser modificadas facilmente para acompanhar o seu crescimento.

Banheiros pequenos devem ter boa iluminação, cores claras, design mais clean. Uma só cor nas paredes e teto aumenta o ambiente. Espelhos ou materiais que refletem a luz também são bem vindos.

Por menor que seja e quanto maior for, este deve ser um ambiente também de relaxamento. Logo, a decoração e disposição dos itens deve considerar isso: Revisteiros, plantas, quadros, som, são bem vindos quando bem colocados e nunca “entulhando” o espaço.

Saunas e ofurôs só quando o espaço permitir. Além disso, um ofurô quando cheio pesa muito e é preciso avaliar se a base suporta esta carga. E também há todos os equipamentos (casa de máquinas, aquecedor, bomba de hidromassagem, filtro d´agua, instalação elétrica especial, etc)  que devem ser instalados por especialistas.

Aparelhos eletrônicos devem ser resistentes à umidade, assim como as madeiras. Mesmo assim, o melhor é instalá-los o mais longe possível de fontes de vapor. Para sua segurança, qualquer aparelho plugado em tomada deve ficar longe da água.  A tomada deve ficar próximo ao espelho para secador, barbeador, etc.

Porta-toalhas próximo à pia, box e banheira.

Portas de correr ou sanfona ajudam muito a ganhar espaço em pequenos banheiros. Assim como duchas higiênicas (a 60 cm do chão, na lateral do vaso) ao invés de bidê.

Um item extremamente importante é a ventilação e exaustão junto às banheiras e chuveiros, para evitar umidade excessiva.

Bancada com armário baixo para guardar de maquiagem, escovas, pentes, etc. Se possível, um armário sobre a pia, para objetos de higiene pessoal. É  mais prático ter acesso direto à pia e ao vaso, que são mais usados que o chuveiro.

Ralos devem ter tampas  fáceis de remover. Cuidado com a furação de paredes para colocação das práticas prateleiras – Consulte o projeto hidráulico para não romper canos. Impermeabilização é crucial em um banheiro para não lhe trazer problemas de infiltrações.

A iluminação é importante: Se houver luz à frente do espelho esta não deve iluminá-lo, mas sim a pessoa que o usará. Esta iluminação  não deve ser fluorescente comum pois esta muda as cores na maquiagem, por exemplo. O ideal é luz amarela (não branca) nos 2 lados do espelho.

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Agilidade na Obra

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Faça Você Mesmo – Troque a Resistência do Chuveiro

Quem não tem dúvidas na hora de trocar a resistência do chuveiro? Ter em mãos alguns procedimentos básicos pode ser a salvação na hora do banho, principalmente com a chegada do frio. Após verificar se não é um problema no disjuntor ou na parte elétrica da residência, é necessário seguir alguns passos para evitar danos ao produto e até mesmo choque elétrico. Para isso, preparamos um passo-apasso com dicas que vão desde a avaliação do problema até a remontagem do chuveiro, passando pela limpeza do espalhador e checagem de vazamento.
São orientações que com certeza vão ajudar as donas e donos-de-casa.
Material necessário
- chave-de-fenda
- alicate de bico ou universal
- escova de dentes (velha) para limpeza
- conector de fios
- fita veda-rosca
1. Antes de checar se a resistência do chuveiro está mesmo queimada, desligue a chave geral ou disjuntor. Esse passo é muito importante, pois evita os choques.
2. Inicie a desmontagem do chuveiro. Os de plástico são mais fáceis, basta desenroscar a parte de baixo, também chamada de espalhador.
3. Retire a resistência queimada e substitua pela nova. A queimada apresenta rompimento na espiral. A nova terá a espiral em ordem. Siga sempre as instruções do fabricante, discriminadas na embalagem.
4. Aproveite para limpar o espalhador com a escova de dentes. Limpe as partes interna e externa e enxágüe em água corrente. Atenção: não utilize objetos pontiagudos, que possam alterar o diâmetro dos furos, nem produtos abrasivos.
5. Monte o chuveiro novamente e parafuse bem. É importante não deixar folgas pa-ra evitar vazamento. Organize os fios e prenda-os no conector de fios. Passe a fita veda-rosca, de duas a três a voltas, na extremidade do tubo do chuveiro.
6. Antes de religar a chave geral, abra o chuveiro e deixe a água fria escorrer por uns dois minutos. Assim, garante-se a água de reserva necessária no bojo do chuveiro para não queimar a resistência. Verifique se não há vazamentos por má vedação. Religue a chave geral do quadro de força ou o disjuntor, dependendo da instalação elétrica de sua residência.
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